No decorrer de um período compreendido por quase 150 anos, Santa
Cruz do Sul passou de pequena povoação, a condição de pólo industrial e
cidade líder da região do Vale do Rio Pardo.
Fundada em 1855, o núcleo teve como função inicial, apoiar a
produção rural, que logo fez a cidade suceder na questão econômica, e, depois, politico-social.
Com o desenvolvimento da cidade, a necessidade de igrejas para crentes católicos e evangélicos foi crescendo, e então, tivemos o início da construção de uma pequena igreja católica, e uma igreja evangélica, que, era maior.
Após algumas décadas, a comunidade e a igreja católica sentiram a necessidade de construir, uma igreja, ainda maior do que a evangélica, e então, um concurso foi iniciado, para decidir qual projeto seria utilizado para a construção da catedral.
O vencedor do sorteio foi uma igreja no estilo gótico, porém, decidiram que queriam a estrutura no estilo neogótico, então, a planta da catedral atual, foi criada.
Nessa época, também, a casa das artes Regina Simonis foi construída, como modo de exposição de artes locais, e essa casa, felizmente, é conservada e ainda existe e é utilizada para exposições, sendo considerada uma das estruturas históricas de Santa Cruz do Sul.
Com o decorrer do tempo, e início da modernização, o comércio foi crescendo, junto com a cidade, e então, prédios históricos, infelizmente, foram demolidos ou modificados para a abertura de espaços para lojas e casas mais modernas, e isso foi muito enfatizado pelo arquiteto, que discorda com essa maneira de modernização.
Casa das artes Regina Simonis

Catedral São João Batista
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